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Tudo sobre Aurora Boreal

Aurora boreal em forma de beija-flor encanta e é destaque na Nasa

Recentemente, a NASA destacou uma impressionante aurora boreal com formato semelhante a um beija-flor como a 'imagem do dia'. Capturada pelo fotógrafo Mickael Coulon em Lyngseidet, Noruega, a foto foi tirada há aproximadamente duas semanas. O fenômeno, que ocorre durante o 'crepúsculo azul', é resultado da interação de partículas carregadas oriundas de erupções solares com a atmosfera terrestre, gerando assim as cores vibrantes da aurora. Coulon expressou sua alegria com o reconhecimento, descrevendo a imagem como uma lembrança especial de um evento emocionante em seu trabalho fotográfico.

Gigantesco buraco no sol lança partículas em direção à Terra

Um gigante buraco coronal de quase 800 mil quilômetros de diâmetro se formou na atmosfera do Sol, lançando um intenso fluxo de partículas em direção à Terra. Este fenômeno ocorre quando os campos magnéticos solares se rompem, resultando na liberação de vento solar. O evento, que é 62 vezes maior que o diâmetro da Terra, pode gerar uma tempestade geomagnética leve, prevista para ocorrer em 31 de janeiro. Apesar de não apresentar grandes riscos, é esperado que o fenômeno crie auroras mais intensas, ao interagir com a atmosfera da Terra devido às partículas aceleradas do vento solar.

Astronauta da NASA captura imagens deslumbrantes da aurora boreal do espaço

O astronauta Don Pettit, da NASA, compartilhou um vídeo impressionante da aurora boreal, capturada a partir do espaço enquanto orbitava sobre o leste do Canadá. Em uma publicação no Reddit, Pettit descreveu a experiência, comparando a visão a um letreiro de néon em miniatura. As auroras boreais ocorrem quando partículas carregadas de luz e energia, liberadas por erupções solares, interagem com a atmosfera da Terra, gerando cores vibrantes, como verde e vermelho. As imagens oferecem uma perspectiva única sobre um dos fenômenos naturais mais fascinantes e espetaculares do nosso planeta.

Alerta de tempestade solar é emitido nos EUA devido à erupção do sol

Os Estados Unidos emitiram um alerta de tempestade solar após a detecção de uma grande erupção solar com ejeções de massa coronal. Esses fenômenos podem causar auroras boreais visíveis em latitudes mais baixas e impactar sistemas como satélites e sinais de GPS. A nova tempestade poderia interferir nas redes elétricas já comprometidas por impactos anteriores, como no caso do furacão Helene. O Centro de Previsão de Clima Espacial do governo notificou operadores de energia com antecedência, valorizando a cautela diante da aproximação do furacão Milton, que também assegura a proteção da infraestrutura afetada.

Tempestade solar severa pode iluminar céus de estados americanos

Uma intensa tempestade solar atingiu a Terra no dia 12 de agosto, de acordo com a NOAA. Este fenômeno pode provocar auroras boreais visíveis em regiões mais ao sul do que o usual, incluindo Alabama e nortes da Califórnia. As alterações nas comunicações de alta frequência e as interferências em satélites são algumas consequências deste evento geomagnético. O aumento na ocorrência dessas tempestades está ligado ao ciclo de atividade solar de 11 anos, que está próximo do seu pico. A NOAA alertou operadores de infraestruturas sobre as medidas necessárias para mitigar os impactos.

Tempestade solar severa provoca auroras e pode causar impactos na infraestrutura

Em 12 de agosto de 2024, uma severa tempestade solar atingiu a Terra, causando uma tempestade geomagnética de nível quatro em cinco. Segundo a NOAA, as auroras podem ser visíveis em locais como Alabama e norte da Califórnia, devido a ejeções de massa coronal do Sol. O fenômeno, que pode durar várias horas, não deve se intensificar, mas traz preocupações sobre possíveis impactos nas comunicações, satélites e na rede elétrica. Medidas preventivas foram recomendadas para operadores de infraestruturas sensíveis, em razão do aumento das tempestades solares, consequência do ciclo de atividade solar atual.

Tempestade solar provoca auroras boreais e austrais em magnitude inédita

Uma tempestade solar 'severa', a maior dos últimos 20 anos, causou auroras boreais no Hemisfério Norte e raras auroras austrais no Hemisfério Sul. A magnitude da tempestade fez a agência dos EUA emitir um aviso de tempestade geomagnética 'severa', o primeiro em 19 anos. Aurora boreal também foi vista nos Estados Unidos. A tempestade é formada por ejeções de massa coronal, erupções de plasma e campos magnéticos do Sol, que ao interagir com a atmosfera da Terra, geram as luzes verde e vermelha. O fenômeno pode afetar comunicações e sistemas de energia, causando apagões e interferências nos sinais de rádio e GPS.

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